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Reorganiza

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A Banca Está a Mudar

por Reorganiza, em 12.10.15

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A Banca Está a Mudar

 

Nos últimos meses temos visto diversas referências a reestruturações e alterações estratégicas no setor financeiro. Vimos bancos a vender as suas operações. Outros anunciaram querer sair do país. A generalidade da banca tradicional tem desenvolvido programas de reestruturação e de despedimento que ainda não acabaram (aliás, espera-se que venham a ser reforçados nos próximos meses).

 

Os Bancos Fecharam A Torneira Do Crédito…

 

Neste contexto de reestruturação, muitas pessoas vão para o desemprego e são forçadas a mudar de vida (dificilmente voltarão a encontrar emprego na banca). Não é de estranhar. A banca passou por anos de grande instabilidade. Depois de conceder muito crédito foi forçada a “fechar a torneira” e a cortar custos, resultando em vários anos de prejuízos.

 

Mas Querem Agora Focar-Se Em Clientes Com Elevado Património Financeiro

 

A nova estratégia do setor financeiro tradicional está agora focada nos clientes com maiores níveis de rendimento e com património mais elevado. Como uma manada, o “mass market” é agora relegado para segundo plano, passando o foco para a cobrança de comissões.

 

Depois de vários anos de contração do crédito, contudo, os bancos estão agora a ganhar mais confiança. Começam pelo crédito habitação (promovendo uma queda expressiva dos spreads) e por outros créditos com garantia (por exemplo, o crédito automóvel). O crédito pessoal também está a recuperar, embora não sendo assim tão fácil de obter como se pensa.

 

De notar que esta maior abertura não se deve traduzir necessariamente na aceitação do crédito. Ou seja, as famílias deverão avaliar claramente as suas possibilidades e perceber que o recurso ao crédito não deve voltar a ser o motor do seu consumo. Pelo contrário, é preciso encontrar estratégias para poupar dinheiro de modo a acabar rapidamente com os créditos.

 

Temos De Manter A Prudência E Poupar

 

É altura de apelar à prudência e a uma continuação de reestruturação dos orçamentos familiares, sempre cientes de que os tempos de vacas magras que atravessamos não irão durar para sempre. Percebamos que seremos nós, as famílias, que temos de dar o exemplo, assumindo uma postura de exigência que levará (esperemos) a uma alteração da estrutura da sociedade.

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